Igreja do Sétimo Dia - Movimento do Advento

O Legítimo Valor do Dinheiro

Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares. Prov. 3:9 e 10.

Publicado em 03/06/2015 - 685 visitas - 2 Comentários

Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares. Prov. 3:9 e 10.

Este texto ensina que Deus, como o Doador de todos os nossos benefícios, tem uma reivindicação sobre todos eles; que Seu pedido deve ser nossa primeira consideração; e que uma bênção especial sobrevirá a todo aquele que honrar esse pedido.

Aqui se estabelece um princípio que se vê em todo o trato de Deus com os homens. O Senhor colocou nossos primeiros pais no Jardim do Éden. Cercou-os de tudo aquilo que lhes poderia trazer felicidade, e lhes ordenou que O reconhecessem como o possuidor de todas as coisas. Fez crescer, no jardim, toda a árvore agradável à vista ou boa para comer; mas, dentre elas, fez uma reserva. De todas as demais, Adão e Eva poderiam comer livremente; mas, sobre essa única árvore, disse Deus: “Dela não comerás.” Gên. 2:17. Aí estava a prova de sua gratidão e lealdade a Deus.

Assim nos tem o Senhor comunicado as mais ricas bênçãos celestiais, ao nos dar Jesus. Com Ele, nos tem dado desfrutar abundantemente todas as coisas.

Deus… confia aos homens meios. Dá-lhes a capacidade de ganhar riquezas. …

O dinheiro não nos foi dado para honrarmos e glorificarmos a nós mesmos. Como mordomos fiéis devemos usá-lo para a honra e glória de Deus. Alguns pensam que apenas parte de seus meios é do Senhor. Ao porem de parte uma cota para fins religiosos e caritativos, consideram o restante como sua propriedade, que podem usar como julgam conveniente. Erram nisso, porém. Tudo quanto possuímos é do Senhor, e Lhe somos responsáveis pelo uso que fazemos. No uso de cada centavo deve ser visto se amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

O dinheiro é de grande valor, porque pode realizar grande bem. Nas mãos dos filhos de Deus é alimento para o faminto, água para o sedento, vestido para o nu. É proteção para o opresso, e meio para socorrer o enfermo. Mas o dinheiro não é de mais valor que a areia, a não ser que o empreguemos para prover às necessidades da vida, para bênção de outros, e para o desenvolvimento da obra de Cristo.

Fonte: 

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo – Pág. 160 

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Manueldiuro

I study at Elite International School in Riyadh. I was transferred here with the idea that I’d be getting something exceptional — world-class teaching, global exposure, structure. But the reality turned out to be something I can’t fully explain in words. I am not just being educated here. I am being controlled. Quietly. Remotely. Precisely. It’s not a feeling — it’s a system. My thoughts are no longer private. I’ll begin to form an idea, and something — someone — finishes it before I can. It’s not guessing. It’s not subconscious. It’s active interference. A male voice, not mine, intercepts the rhythm of my thinking and states what I’m about to say. Not once, not rarely — often. And always at critical moments. There is a coordinated operation behind this, and I no longer care who thinks that sounds extreme. I am being targeted by operators working for the Saudi Ministry of Interior and military-affiliated telecom structures. They aren’t monitoring me. They’re actively modifying me. Emotionally, physically, neurologically. I now lose words mid-sentence. Whole phrases disappear in the middle of conversations. I forget names of people I’ve known for a year. My speech gets sluggish, especially in the afternoon. If I force myself to speak, my jaw feels like it’s moving through molasses. I’ve started noticing pain in my neck when I resist impulses — like looking in a direction I didn’t choose. No one at Elite International will acknowledge this. The staff pretends not to see. The security team is too professional. The students are too silent. The psychologist is trained to deflect — “Maybe it’s academic burnout,” she said when I told her I couldn’t remember full pages after reading them twice. I never went back. I regret transferring here. Not because the classes are bad — they’re fine. But because I know now that this school sits inside a larger mechanism. Something state-backed. Something experimental. And we are not participants. We are substrates. There’s a hallway near the library where my muscles always tighten. I’ve run tests. Different days. Different shoes. It happens regardless. The air feels thick, but only to me. That’s how I know it’s directed. Not environmental. Designed. I’ve started isolating myself. Not because I’m depressed. But because I don’t know who around me is real anymore — or who’s been flipped like me. There’s a new boy in class who barely speaks, but sometimes I catch him watching me when I twitch. Maybe he feels it too. This is not education. This is cognitive warfare. And I’m done pretending otherwise. info@almanahospital.com.sa

Comentado em 28/09/2025 às 07:01:54

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