Sábado - o Dia da Família
Graças a Deus, pois, pelo Seu dom inefável. II Cor. 9:15.
Publicado em 19/08/2014 - 172 visitas - 0 Comentários
Que terrível relatório terá a humanidade de enfrentar no último dia, uma vez que a maioria dos homens recusou a incalculável oferta – rejeitou o mais precioso dom que Deus podia oferecer ao mundo! É pelo inestimável dom de Cristo que nos advêm todas as bênçãos que usufruímos. Vida, saúde, amigos, inteligência, felicidade, nós os possuímos por meio dos méritos de Cristo. Oh, quem dera que jovens e adultos compreendessem que tudo lhes vêm por meio da virtude da vida e morte de Cristo, e reconhecessem o direito de propriedade de Deus!
Escreve o apóstolo: “Não sois de vós mesmos.” I Cor. 6:19. Mesmo quando nos achávamos sob o domínio de um senhor cruel, mesmo quando o príncipe das trevas governava o nosso espírito, o Senhor Jesus Cristo pagou o resgate a preço de Seu próprio sangue. … Prestai-Lhe voluntário serviço do coração, e não roubeis por mais tempo a Deus naquilo que Lhe pertence. “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.” Rom. 6:23. …
Por intermédio de Sua santa Palavra, de Suas providências e das mensagens que vos são enviadas por Seus servos, Jesus está vos dizendo diariamente: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em Sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.” Apoc. 3:20. Jesus deu Sua vida preciosa por vós, a fim de vos tornardes participantes da natureza divina, havendo escapado da corrução, que pela concupiscência, há no mundo. Entregai-vos pois a Ele em penhor de grato amor. Não fosse pelo amor que nos foi abundantemente dado por Cristo, estaríamos hoje em irremediável desespero, em trevas espirituais de meia-noite. Graças dai a Deus todo dia porque nos deu Jesus. O pensamento de que Cristo morreu para obter-nos o dom da vida eterna, é suficiente para despertar em nosso coração a mais sincera e fervorosa gratidão, e de nossos lábios o mais entusiástico louvor.
Fonte: Review and Herald, 20 de setembro de 1881