Sábado - o Dia da Família
Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso. II Cor. 6:17 e 18.
Publicado em 08/01/2015 - 143 visitas - 0 Comentários
Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso. II Cor. 6:17 e 18.
O Criador do Universo Se dirige a vós como um Pai afetuoso. … Vosso Pai celeste Se propõe a tornar-vos membros da família real, para que, mediante Suas grandíssimas e preciosas promessas, sejais participantes da natureza divina. … Quanto mais participardes do caráter dos anjos puros, inocentes e de Cristo vosso Redentor, tanto mais vividamente apresentareis o cunho do divino, e tanto mais fraca será a semelhança com o mundo. Testimonies, vol. 2, pág. 44.
“Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas. …” II Cor. 6:17 e 18. Que promessa é aqui feita sob a condição da obediência! … Ele promete ser um pai para vós. Oh! que relação essa! mais alta e santa que qualquer outro laço terreno. Caso façais o sacrifício, se tiverdes de deixar pai, mãe, irmãs, irmãos, esposa e filhos por amor de Cristo, não ficareis destituídos de amigos. Deus vos adota em Sua família; ficais sendo membros da família real, filhos e filhas do Rei que governa no Céu dos céus. Testimonies, vol. 1, pág. 510.
Se chamais a Deus vosso Pai, vós vos reconheceis Seus filhos, para ser guiados por Sua sabedoria, e ser obedientes em todas as coisas, sabendo que Seu amor é imutável. Aceitareis Seu plano para vossa vida. Como filhos de Deus, mantereis, como objeto de vosso mais elevado interesse, Sua honra, Seu caráter, Sua família, Sua obra. Tereis regozijo em reconhecer e honrar vossa relação com o Pai e com cada membro de Sua família. O Maior Discurso de Cristo, pág. 105.
Deus é nosso Pai, um terno Pai, solícito por Seus filhos espirituais. Ele está empenhado em ser o protetor, o conselheiro, guia e amigo de todos os que Lhe obedecem.
Fonte:
Meditação Matinal de Ellen White – Filhos e Filhas de Deus, 1956 e 2005. – Pág. 14